Resenha: Entre Nós - Cátia Mourão & Johnatan Souza (Saga Mais Além da Escuridão #1)

30 maio 2015


Oi gente, essa semana eu estive completamente ausente do blog, mas apenas porque a universidade tem tirado meu sangue e essa semana isso chegou ao ápice. Tive trocentos trabalhos para entregar/apresentar na verdade ainda tenho alguns e uns novos foram acrescentados na minha lista, mas tentarei usar o fim de semana pra programar algumas resenhas que já deveriam ter sido postadas mas que eu ainda não tive tempo.
Então sem mais delongas vamos a resenha de hoje:





Ficha Técnica:
Edição: 3
Editora: Ler Editorial
ISBN: 9788567765112
Ano: 2015
Páginas: 212
Classifiquei 3/5
Sinopse:
“Entre Nós” é o primeiro livro da série “Mais Além da Escuridão”. A saga tem como personagens centrais os vampiros Donovan Hunter e Carlie Marie, e o anjo caído Johnatan Fallen.
Neste primeiro livro Carlie vive sob a proteção de Donovan desde sua conversão. Durante sua ausência ela conhece Johnatan por quem se apaixona, dando início a um romance turbulento, cheio de intrigas e ciúmes.
Com o retorno de Donovan, ela se vê dividida entre o vampiro que é sua única família há quase um século e o anjo caído com quem ela descobre o amor.
Os conflitos gerados nesse triângulo e a aparição repentina de antigos inimigos colocarão sua existência e a de seus amigos em perigo.
Batalhas, paixão, segredos que serão revelados e personagens que surgem inesperadamente dão a tônica dessa nova série de literatura fantástica.

Tag: Complete a Frase.

29 maio 2015

A Andressa Petrova (que nome chique) do Minha Fuga da Realidade me marcou numa Tag,
Eu nem gosto, né???
Bora responder, e não marcar ninguém porque eu sou assim. Se quiser, pega a Tag e passa. Huahauhauhhau.


  • 01: Sou muito...  Louca? INSTÁVEL? Diferente? Não sei, mas minha psicóloga diz que eu sou o máximo.
  • 02: Não suporto... Cara, tanta coisa... Pra abreviar a história, gente burra. Mas aquele burro que não é o sem estudo, é uma burrice assim premeditada, uma vontade de ser imbecil e retrógrado que mora no coração de certos viventes.
  • 03: Eu nunca... Vish, eu nunca o quê? Nunca saberei o que responder a esta pergunta... sei lá! Huahauhauauahua. 
  • 04: Eu já briguei... Muito pouco, na escola, mas de forma efetiva. Eu sou uma pessoa naturalmente pacífica. Mas quando você estraga com o meu pacifismo, eu vou arrebentar a sua cara.
  • 05: Quando criança... Eu queria um monte de coisas estranhas para uma criança, que hoje não fazem o menor sentido mais pra mim. Tipo passar na USP ( com 6 anos!) e ser advogada ( WHUT?)
  • 06: Nesse exato momento... Eu queria estar em qualquer lugar, tomando uns bons drink, com quem eu amo, sendo rica, sei lá... uma outra vida, porque esta tá difícil.
  • 07: Eu morro de medo... De ter medo de ter medo. Mentira, de falhar. Tanto que estou estagnada, e estar estagnada também é falhar. 
  • 08: Eu sempre gostei... Do que quase ninguém gosta.
  • 09: Se eu pudesse...   Eu matarra mil.
  • 10: Fico feliz quando... Cara, faz tanto tempo desde a última vez que eu fiquei feliz de verdade... eu nem sei mais. 
  • 11: Se pudesse voltar no tempo... Eu faria tantas coisas de modo diferente que nem sei começar a dizer.
  • 12: Adoro... Falar adoro. Mas assim: ATÓRON!
  • 13: Quero muito viajar... Pra países diferentes, Croácia, Istambul, Sérvia. Mas também pro Mediterrâneo, num cruzeiro, tomando uns bons drink (de novo) e sendo rica (aiai, sonho).
  • 14: Eu preciso... De uma vida nova. Alguém tem uma aí?
  • 15: Não gosto de ver... Seção de Comentários. Do Facebook, de portais jornalísticos, enfim. Qualquer lugar onde pessoas do item 2 possam mostrar sua item doizice. Tá dando vergonha de viver no mesmo mundo. 

Resenha: A Donzela sem Mãos e Outros Contos Populares, Adaptação de Helena Gomes

27 maio 2015









Edição: 1ª
Editora: Escrita Fina
ISBN: 9788563877802
Ano: 2013
Páginas: 112
Sinopse:
Amparadas pela refinada arte do premiado ilustrador Kako, as cinco histórias recontadas de A donzela sem mãos e outros contos populares, novo lançamento da Escrita Fina Edições traz a marca e o talento da autora Helena Gomes. Ora seguindo as versões originais, ora se afastando delas, a autora empenhou sua pena (ou, nos dias de hoje, o teclado do computador) para dar sentido às lacunas deixadas pela tradição oral e pelos folcloristas que as recolheram — sem, contudo, desvalorizar a magia responsável por conquistar gerações e gerações de leitores ao longo dos séculos.Tendo como fontes valiosas os inevitáveis irmãos Grimm, os estudos e a tradição literária de Monteiro Lobato, Câmara Cascudo, Sílvio Romero e Figueiredo Pimentel, e o olhar psicanalítico de Clarissa Pinkola Estés e Bruno Bettelheim sobre os contos de fada, Helena Gomes traz neste título histórias que, em sua esfera fantástica, espelham o mundo real: cada vez mais violento, marcado por relações de aparência, com gente sem escrúpulos para atingir seus objetivos, e situações, por vezes, sem perspectiva de redenção.

Você conhece o "Prêmio Darwin" ?

26 maio 2015

Oi gente, hoje venho mostrar que o Conversas de Alcova também é cultura. Cultura inútil, mas ainda assim cultura, hauhaha.
Vocês já ouviram falar do Prêmio Darwin???
Não, não estou falando da Medalha Darwin, vem comigo que eu vou te explicar!


Prêmio Darwin também chamado de Nobel da Estupidez é uma honraria irônica póstuma  concedida a seres humanos que após cometeram erros absurdamente idiota e conseguiram se matar e assim não conseguiram passar adiante seus genes (ruins) prestando um bem a evolução. E mostrando assim a sabedoria da seleção natural.

Puro humor negro sim, ou claro? Vocês devem estar pensando e porque essa louca resolveu falar disso, foi porque eu lembrei depois de ver essa matéria aqui

Dia da toalha, Orgulho Nerd e Bazingueiros

25 maio 2015

Oláaaa crianças. Essa semana vai ser puxada pra vocês, porque eu vou aparecer MUITO por aqui. Kris tá ocupada e eu vou dar a força que eu puder, não estranhe, não surte, e principalmente:
NÂO ENTRE EM PÂNICO!

Como hoje é o Dia da Toalha, do Orgulho Nerd, seja lá como você chame, resolvi falar um pouquinho sobre o assunto.

O dia 25/05 foi escolhido por ser o dia da estreia do Primeiro filme de Star Wars, em 25 de maio de 1977, segundo muitos. Mas não é tão simples assim. Como tudo o que envolve nerds, muita discussão rola em torno desse dia. Alguns dizem que ele foi inventado por espanhóis em 2006/2007, outros que começou em 1998 com eventos nerd que Tim McEachern organizava em Nova York, muito se fala também sobre ser uma homenagem à morte de Douglas Adams, escritor da série O Guia do Mochileiro da Galáxia (daí a referência da Toalha), mas ele morreu no dia 11/05, então... façam mais sentido, por favor.
Fãs da série Discworld, de Terry Pratchett ainda chamam a data de Glorioso 25 de maio, que entretanto, é menos difundido.

Resenha: Para Sir Phillip, Com Amor - Júlia Quinn

23 maio 2015






Ficha Técnica
Edição: 1
Editora: Arqueiro
ISBN: 9788580413625
Ano: 2015
Páginas: 288
Tradutor: Cássia Zanon
Sinopse:

Para Sir Phillip, Com Amor - Eloise Bridgerton é uma jovem simpática e extrovertida, cuja forma preferida de comunicação sempre foram as cartas, nas quais sua personalidade se torna ainda mais cativante. Quando uma prima distante morre, ela decide escrever para o viúvo e oferecer as condolências.
Ao ser surpreendido por um gesto tão amável vindo de uma desconhecida, Sir Phillip resolve retribuir a atenção e responder. Assim, os dois começam uma instigante troca de correspondências. Ele logo descobre que Eloise, além de uma solteirona que nunca encontrou o par perfeito, é uma confidente de rara inteligência. E ela fica sabendo que Sir Phillip é um cavalheiro honrado que quer encontrar uma esposa para ajudá-lo na criação de seus dois filhos órfãos.
Após alguns meses, uma das cartas traz uma proposta peculiar: o que Eloise acharia de passar uma temporada com Sir Phillip para os dois se conhecerem melhor e, caso se deem bem, pensarem em se casar?
Ela aceita o convite, mas em pouco tempo eles se dão conta de que, ao vivo, não são bem como imaginaram. Ela é voluntariosa e não para de falar, e ele é temperamental e rude, com um comportamento bem diferente dos homens da alta sociedade londrina. Apesar disso, nos raros momentos em que Eloise fecha a boca, Phillip só pensa em beijá-la. E cada vez que ele sorri, o resto do mundo desaparece e ela só quer se jogar em seus braços.
Agora os dois precisam descobrir se, mesmo com todas as suas imperfeições, foram feitos um para o outro. 

Antes de começar a resenhar o livro eu preciso deixar claro que: Se houve algo de ruim em fazer essa leitura foi apenas a saudade que eu ficarei dos personagens até que o próximo livro seja lançado. Por favor Editora Arqueiro Pleeease!

Enfim, vamos a resenha.