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Resenha: Tudo Nela Brilha e Queima - Ryane Leão

24 novembro 2017


Estreia em livro de Ryane Leão, criadora da página onde jazz meu coração, com mais de 150 mil seguidores nas redes
Livro de estreia de Ryane Leão, mulher negra, poeta e professora, criadora do projeto onde jazz meu coração, com mais de 150 mil seguidores nas redes. “a poesia é minha chance de ser eu mesma diante de um mundo que tanto me silencia. é minha vez de ser crua. minha arma de combate. nossa voz ecoada. nossa dor transformada. nela eu falo sobre amor, desapego, rotina, as cidades que nos atravessam, os socos no estômago que a vida dá, o coração desenfreado, a pulsação que guia as estradas, os recomeços, os dias, as noites, as madrugadas, os fins, os jeitos que a gente dá, as transições, os discos, os tropeços, as partidas, as contrapartidas, os pés firmes que insistem em voar, e tudo isso que é maluco e lindo e nos faz ser quem somos.”

Edição: 1
Editora: Planeta
ISBN: 9788542211801
Ano: 2017
Páginas: 192





Oi gente, olha eu aqui de novo com mais uma resenha e a obra da vez é a coletânea de poemas da Ryane Leão, Tudo Nela Brilha e Queima. A estréia da autora no meio impresso, mas Ryane Leão já é um nome bem conhecido no meio poético nacional, onde ela passeia pelo universo da escrita desde 2010 quando começou a compartilhar seus textos na internet.

Em Tudo Nela Brilha e Queima, Ryane nos brinda  com uma série de poemas capazes de falar profundamente ao coração das mulheres. Trazendo em suas páginas uma intensa representatividade, palavras de empoderamento feminino e muitas vezes de consolo para situações enfrentadas pela grande maioria das mulheres. A Obra fala de intensidade, de amor, de percas, de rompimento, de autodescoberta, entre outras coisas, fala de nós. É um livro escrito de uma mulher para outra. E como leitora assídua eu posso dizer que tem sido gratificante poder presenciar a ascensão desse movimento à cada dia, a tomada das mulheres a esse espaço que nos é de direito, dentro da literatura.

"do que sei agora
me vi anos atrás
e quis dizer pra mim
se ame
antes de tudo começar
depois de tudo terminar
e durante esses espaços todos
se ame"
- Ryane Leão 



Enfim, Tudo Nela Brilha e Queima é um livro Maravilhoso e empoderado. Cheio de representatividade, escrito por uma mulher negra e que escreve com a alma. Que em seus textos fala de perto com a gente, traduz o que muitas de nós sentimos, tantas e tantas vezes e retrata bem a nossa realidade. Se você é brasileita, provavelmente irá se identificar. Esse livro é um afago na alma! 

Super Recomendo ♥

Resenha: Outros Jeitos de Usar a Boca - Rupi Kaur

24 julho 2017



'Outros jeitos de usar a boca' é um livro de poemas sobre a sobrevivência. Sobre a experiência de violência, o abuso, o amor, a perda e a feminilidade. O volume é dividido em quatro partes, e cada uma delas serve a um propósito diferente. Lida com um tipo diferente de dor. Cura uma mágoa diferente. Outros jeitos de usar a boca transporta o leitor por uma jornada pelos momentos mais amargos da vida e encontra uma maneira de tirar delicadeza deles. Publicado inicialmente de forma independente por Rupi Kaur, poeta, artista plástica e performer canadense nascida na Índia – e que também assina as ilustrações presentes neste volume –, o livro se tornou o maior fenômeno do gênero nos últimos anos nos Estados Unidos, com mais de 1 milhão de exemplares vendidos.

Edição: 1
Editora: Planeta Brasil
ISBN: 9788542209303
Ano: 2017
Páginas: 208



Olá pessoal, primeiramente peço mil perdões pelo atraso da resenha, estou sem computar e usando o da minha filha sob ameaça. Espero dar um jeito nisso em breve, mas enquanto não acontece estou me virando como posso.
Vamos lá...

Resenha: Tarântula - Bob Dylan

04 abril 2017




Único livro de ficção de Bob Dylan, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura 2016.

Publicado pela primeira vez em 1971, depois que cópias piratas começaram a circular pelos Estados Unidos, “Tarântula” é uma extensão do trabalho que Bob Dylan apresentou aos fãs ao longo de décadas na forma de canções. É um volume de difícil definição, com uma estrutura que alterna prosa poética e poemas em versos – embora o próprio autor já tenha chamado de romance “tudo aquilo que eu não posso cantar ou que é longo demais para ser um poema”. Dylan escreveu os textos deste livro numa época em que lançava álbuns como Bringing it All Back Home (1965), Highway 61 Revisited (1965) e Blonde on Blonde (1966), e apresenta neles a miríade de situações e personagens urbanas e da cultura popular que habitavam então seu universo artístico. É um lugar em que Aretha Franklin e Truman Capote coexistem com mafiosos, pedintes e motoristas de caminhão. Quem acompanha a obra do autor reconhecerá o tom e os temas de músicas como Desolation Row, Sad-Eyed Lady of the Lowlands e Tombstone Blues. Há décadas fora de catálogo no Brasil – a única edição anterior no país data de 1986 –, a obra sai agora com nova tradução, apresentação original dos editores americanos e prefácio do escritor Valter Hugo Mãe.
Edição: 1
Editora: TusQuets Editores
ISBN: 9788542209365
Ano: 2017
Páginas: 136

Resenha: O Busto de Adão e Outras Poesias - Bruno Félix

07 abril 2016


Edição: 1
Editora: Chiado
ISBN: 9789895128105
Ano: 2015
Páginas: 127

Sinopse:

Com um estilo moderno e irreverente, o autor destila ensinamentos de sabedoria em boa parte da obra, permeada ora por poemas de amor, ora por ácidas e bem humoradas críticas sociais. Tudo isso acontece em uma conexão dos poemas, seja através de lugares e situações, ou de riquíssimos personagens que interagem em diferentes poemas, todos escritos sob o olhar honesto do poeta, ou seja: um espelho de sua realidade e vida.
O “Livreto de Sonetos” traz um colorido especial à obra, agradando ao leitor mais purista, não se limitando aos tradicionais sonetos de amor.
Antes de finalizar a obra, com os quatro cantos de vinte quartetos, cada da moderna epopéia “O Busto de Adão”, o poeta presenteia o leitor com um suave e surreal “Caderno de Haikai” que apresenta brilhantes metáforas agregando ao livro uma graciosa leveza.
As ilustrações de Arthur F. Pádua são poesias à parte, tornando a experiência de leitura ainda mais agradável.

Resenha: Por aí - Renan Alvarenga

27 março 2016




Ficha Técnica
Edição: 1
Editora: Chiado Editora
ISBN: 9789895158058
Ano: 2015
Páginas: 74
Sinopse:
"Cada passo custa uma lágrima
A alegria é lenço precioso
As renúncias são pegadas da nobreza de quem se desafiou a seguir em frente
Quero seguir,
Já que não há opção,
Já que estagnação é prisão"

Resenha: Queimando Na Água, Afogando-se Na Chama

29 fevereiro 2016



Título Original: Burning In Water, Drowning In Flame
Editora: L&PM Pocket
Gênero: Literatura estrangeira, Poesia
Série: Bukowski
ISBN:13: 978-85-254-3401-2
Páginas: 288
Sinopse: Álcool, apostas e mulheres: estes foram alguns dos temas que consagraram Charles Bukowski como um dos maiores escritores underground contemporâneos. Mas em Queimando na água, afogando-se na chama, fica evidente que ele já explorava tais assuntos muito antes de se notabilizar como o “velho safado”. Esta coletânea de poemas, escritos originalmente entre 1955 e 1973, pinta o retrato do autor como um ilustre desconhecido, no auge de seus trinta anos. Entre porres e reflexões, corridas de cavalo e amantes (sem contar uma passagem alucinada por Nova Orleans), Bukowski testa limites não apenas no seu dia a dia, mas também nos vários experimentos poéticos que realiza no período – já demonstrando a verve que o tornaria famoso anos mais tarde.

Resenha: Mia nas Entrelinhas - Mia Malafaia

23 novembro 2015


Edição: 1
Editora: Ler Editorial
ISBN: 9788568925096
Ano: 2015
Sinopse:
Como já dizia Rubem Alves: "Ah! Como as entrelinhas são importantes. É nelas que estão escritas as coisas que só a alma consegue entender!"
E nas entrelinhas destas páginas o leitor encontrará muitas respostas.
Em uma leitura leve e despretensiosa, a autora nos faz refletir sobre temas como a vida, os sonhos, a fé e o amor.
Entrelinhas é uma obra para ser saboreada em cada detalhe, cada frase, com o coração e a alma da sensibilidade.

Resenha: Teus Pés Toco na Sombra e Outros Poemas Inéditos - Pablo Neruda

20 agosto 2015




Edição: 1
Editora: José Olympio
ISBN: 9788503012508
Ano: 2015
Páginas: 144
Tradutor: Alexei Bueno
Sinopse:
Teus Pés Toco na Sombra e Outros Poemas Inéditos - Um dos maiores acontecimentos da Literatura nos últimos 30 anos, Teus pés toco na sombra reúne 21 poemas inéditos, encontrados recentemente nos arquivos de Pablo Neruda. Datilografados ou escritos à mão em cardápios ou prospectos de companhias aéreas, os poemas neste livro são um precioso acréscimo à obra completa do autor, pois foram escritos por um período de três décadas, tocam todos os temas centrais de sua poesia e vão do poema curto até outros de grande fôlego e extensão. O poeta e diplomata chileno Pablo Neruda é, sem dúvida, uma das mais altas vozes da poesia de todos os tempos. Prêmio Nobel de Literatura, já foi traduzido para dezenas de idiomas no mundo inteiro e é presença garantida em qualquer lista das maiores personalidades literárias do século XX.


Resenha Especial: As Pessoas Parecem Flores Finalmente - Charles Bukowski

17 agosto 2015

Oi gente. 
Vocês devem estar estranhando o porque daquele "ESPECIAL" no título da resenha, não é? A gente nunca faz disso por aqui, mas esse livro, sem dúvidas não é qualquer livro, assim como esse autor, poeta, dramaturgo não é qualquer cara, mesmo nunca tendo se importado de ser chamado de um qualquer. Hoje resenharemos um Puro Sangue Bukowskiano. Um livro póstumo de poesias inéditas desse velho safado que continua atraindo uma legião de fãs hoje, tantos anos após sua morte.

Mas, esse não é o único motivo que me fizeram tornar essa uma resenha especial, ontem se estivesse vivo Buk teria completado 95 anos e essa é a minha singela forma de homenagem. 

"Obrigada, velho safado, por me tocar tanto com as suas palavras, que são tão minhas."

As Pessoas Parecem Flores Finalmente - Em um poema publicado postumamente, Charles Bukowski (1920-1994) escreveu que teria tido êxito na vida “se vocês lerem isso muito tempo depois de eu morrer”. Pois bem, a julgar por esse critério, o velho safado de fato teve êxito: este é o quinto e último volume póstumo composto integralmente por poemas inéditos. Dividido em quarto partes, o livro foi publicado nos Estados Unidos em 2007, com grande aclamação de público e crítica.
As composições da primeira parte versam sobre incidentes ocorridos antes de Bukowski começar a publicar mais prolificamente, na década de 1960. A segunda parte reúne textos sobre mulheres. A terceira, sobre loucuras e vicissitudes da vida cotidiana de um escritor; e a quarta parte exemplifica a sabedoria bukowskiana. Versos broncos sagazes, rápidos, testemunham sua devoção a corridas de cavalos, boxe e bebida; suas aventuras e seus fracassos sexuais; seu desprezo por literatos empolados e seu ambivalente anseio por fama literária. Parte dos poemas é pura nostalgia; alguns dos mais memoráveis registram as ansiedades do artista e seu deleite ao cuidar da filha bebê. Um tom observacional, reflexivo, permeia o livro do início ao fim, fazendo deste, para muitos leitores, um de seus mais pungentes volumes poéticos.

Resenha: Elas São de Marte - Mulheres sem Sensura, por Diversas Autoras

09 julho 2015


Elas São de Marte: Mulheres sem Censura é um livro de POESIAS ERÓTICAS
 que veio derrubar o preconceito de gênero!

Elas são demais... Elas são de Marte!

Resenha: O Poeta da Madrugada - Alceu Valença

23 abril 2015




Ficha Técnica

Edição: 1
Editora: Chiado Editora
ISBN: 9789895127726
Ano: 2015
Páginas: 108

Sinopse:
O Poeta da Madrugada - Um dos mais expressivos representantes da música popular brasileira, Alceu Valença faz agora sua estreia como autor em O Poeta da Madrugada, simultaneamente lançado no Brasil e em Portugal.
A publicação reuni poemas escritos desde 1969 até os dias de hoje, além de letras de músicas como Cambalhotas e Sino de Ouro.

Quando O Poeta da Madrugada chegou, foi como se ele tivesse trazido dentro de si o brilho de uma manhã de primavera. Assim que abri o envelope, meus olhos se encheram de luz e a minha alma de viço. Larguei tudo o que eu estava fazendo para devora-lo!

Sentiram a poesia???
Pois, é. Essa resenha vai ser toda assim, porque O Poeta da Madrugada é poesia pura, em sua forma mais brutal, encantadora e avassaladora. Esse livro é Música Pros Olhos.

Vem comigo...

Sombras de Dúvidas - (Até na definição do texto)

06 março 2015

Ela havia acordado, mas ainda jazia entre os lençóis.
Despojos de uma noite tórrida e intensa de um sexo brutal e alucinante.
Onde corpos foram tocados, consumidos, arranhados, revirados e
Desejos despertados, apenas para serem consumados.
Mas, ela agora jazia inerte a fitar o teto que refletia o vazio da sua alma.
Ao seu lado ele ressonava.

Ela o amava?
Será que amava?

Entre eles o sexo era bom,
O toque era bom,
As sensações? Essas eram avassaladoras.
Sem dúvidas na cama eles se completavam,
Todavia era como se fora dela, não mais se pertencessem.
Agora sua mente vagava fitando o teto e assistindo nele o vazio do seu coração.
Ele ainda despertava seu corpo, mas não conseguia mais alcançar sua alma.

Isso bastaria?
Ela não sabia.

E enquanto isso sua mente vagava a cantar docemente uma triste melodia.
E lá fora, refletida na janela a noite se despedia
Cedendo brevemente seu espaço
As primeiras luzes do dia.

(Kris Oliveira)

Resenha: Álvares de Azevedo - Melhores Poemas, Seleção de Antônio Cândido de Mello e Souza

25 fevereiro 2015

Edição: 
Editora:Global
ISBN: 8526000225
Ano: 2003
Páginas: 208

Sinopse: Àlvares de Azevedo foi um dos poetas mais lidos e queridos do Brasil, enquanto estiveram em voga as cadências melodiosas, o tom sentimental ou satânico e o entrechoque abrupto das paixões, peculiares ao Romantismo.

Resenha Especial: Augusto dos Anjos - Eu e Outras Poesias

18 outubro 2014

Um dos queridinhos da minha estante

Eu e Outras Poesias é o filho único do grande poeta Augusto dos Anjos. Havendo sido publicado inicialmente apenas "Eu" em 1912. Após sua morte em 1914, Órris Soares reuniu à coletânea original a produção de Augusto póstuma à publicação do livro, incluindo até o poema "A Meretriz" inacabado. Que veio a ser publicada em 1920 com prefácio do organizador e o título que conhecemos hoje "Eu e Outras Poesias".

O Mais complicado de escrever sobre Augusto é não saber muito bem como começar, ele assim como a sua obra, são de uma complexidade tão incrível que acaba sendo difícil tentar expressar em palavras o que eles representam. Ambos além de seu tempo, completamente originais, sinceros e incomparáveis. Não houve antes e nem depois um poeta que se assemelhasse a Augusto dos Anjos. Algumas vezes identificado como poeta simbolista, outras como pré modernista, para mim ele criou seu próprio gênero literário, dono de uma melancolia profunda, assimilada a um pouco de sarcasmo, filosofia e conhecimento em biologia, foi um dos poetas mais críticos de sua época, transpondo para suas obras aquilo que ele acreditava sobre vida e morte.

Soneto

07 junho 2013

Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida descontente,
Repousa lá no Céu eternamente,
E viva eu cá na terra sempre triste.
Se lá no assento etério, onde subiste,
Memória desta vida se consente,
Não te esqueças daquele amor ardente

Amar!

28 maio 2013

Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: Aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente
Amar! Amar! E não amar ninguém!

Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém

Fetiche de Alma

23 janeiro 2013

Na boca guardo o gosto do seus passos,
te sinto e me envolvo, no calor movimento em meu corpo.
Sigo enquanto sejam eles mel para meus desejos,
me ajoelho aos teus pés, me curvo nos traços de formas e toque perfeito.

Sou eu o seu mar que a boca te beija,
que apaga pegadas deixadas, na areia.
Tem olhos que olham para olhos, e simplesmente nada encontram,
tem bocas que encostam e dançam e na dança falta desejo.

Meus olhos seguem passos, que gemem no toque, que pisa,
o gozo se transforma em laços, em traços, em teias de puro desejo.
Sou eu um louco, a procura da moldura perfeita, a cor que enfeita,
que te faça musa, que assim seja quase perfeita.

Tecelã de Sonhos

13 outubro 2012

Eu, tecelã dos meus sonhos
Tu, chama ardente,ao vento
Vem derviche gigante...
Teus passos dançam a vida
Sem chão,voam ao relento
Supremo momento...
Leve espuma da onda de ilusão
Folhas lilases flutuam e se espalham
Na paz do meu coração
Sou a fumaça das nuvens...
O matizado do arco íris no horizonte
Vem em círculos de energia...derviche
No sonho do sonho que eu sonho
Desabrocha comigo, é primavera
Desce uma esperança... criança
Brinco num jardim de rosas

A Dança da Psique _ Augusto dos Anjos

17 maio 2012

A dança dos encéfalos acesos
Começa. A carne é fogo. A alma arde. A espaços
As cabeças, as mãos, os pés e os braços
Tombam, cedendo à ação de ignotos pesos!

E então que a vaga dos instintos presos
- Mãe de esterilidades e cansaços -
Atira os pensamentos mais devassos
Contra os ossos cranianos indefesos

O poema de Rob

12 outubro 2010

"Um ato, um apto e o fato Eu prato cheio de adrenalina Um jogo, uma cartada e o recato na insensatez sã daquela menina Sua vida, seu quarto, nossa diversão Em um dia menor e de carnaval Minha euforia, meu tato, naquela canção Rodopiando um acorde cordial Sem chuva, sem sol e sem lua Mas com pessoas a festejar Na madrugada, na estrada e na rua Com mais um pretexto ou devaneio à brindar Assim fez-se os dias naquela noite Com brindes, risos, palavras e nostalgia e no mesmo embalo foi o açoite Nesse rabisco que será relido outro dia."
(Por Joker) 16-02-10